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9/9/2003
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O.M.S. publica novas orientações para o tratamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ITS)
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| 21/6/2006 |
A Organização Mundial da Saúde publica novo documento com atualizações sobre o tratamento das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Entre as atualizações, está a recomendação quanto a adequação da terminologia "DST" (Doenças Sexualmente Transmissiveis) para "IST" (Infecções Sexualmente Transmissíveis).
Para acessar o documento, basta clicar aqui. |
Organização Mundial da Saúde - O.M.S. |
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3° Edição dos Critérios Médicos de Elegibilidade de 2004
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| 7/7/2005 |
Já está disponivel, em sua versão integral, a mais nova e atualizada edição dos CRITÉRIOS MÉDICOS DE ELIGIBILIDADE PARA USO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS.
Esta versão foi traduzida para o português pelo Population Council (Escritório do Brasil), graças ao apoio financeiro do Programa de Parceria Estratégica OMS/FNUAP e está sendo lançada com exclusividade no website do Projeto Reprolatina.
Para acessar o documento, basta clicar aqui..
Para conhecer esta e as demais publicações de referência do Projeto Reprolatina, clique aqui.
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Projeto Reprolatina |
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As pílulas com 20mcg de estrógeno são melhores do que as que contêm 30 ou 35 mcg?
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| 1/3/2005 |
| A preocupação com os efeitos secundários dos estrógenos tem levado a progressivas reduções do conteúdo deste componente das pílulas combinadas. A pergunta que interessa agora, que uma recente meta-análise tenta responder, é se as pílulas com 20 mcg de estrogênio ou menos apresentam benefícios clínicos sobre as de 20 mcg ou mais.
O estudo analisou 18 estudos e concluiu que:
• Não há dados para definir se há diferenças na eficácia entre as pílulas com 20 mcg ou menos de estrógeno e as que contêm 30 ou 35 mcg.
• Muitos dos novos compostos combinados com 20 mcg ou menos de estrógeno têm mostrado taxas mais altas de descontinuação por alterações menstruais , mas os estudos têm sido feitos com pílulas contendo também diferentes progestógenos.
A conclusão do estudo é que não há evidência para recomendar os AOC com 20 mcg ou menos de estrógeno e que as razões para recomendar estes compostos de menor dosagem baseiam-se em considerações teóricas não confirmadas clinicamente.
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Maria F. Gallo, Kavita Nanda, David A. Grimes, Kenneth F. Schulz. Twenty micrograms vs. >20 ìg estrogen oral contraceptives for contraception: systematic review of randomized controlled trials. Contraception. Volume 71, Issue 3, Pages 162-169 (March 2005) |
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As usuárias de anel vaginal podem usar absorbentes internos
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| 5/3/2004 |
| Um estudo recentemente publicado mostra que as usuárias do anel vaginal (NuvaRing) podem usar absorbentes internos, porque estos não afetam a taxa de absorção dos hormônios e, conseqüentemente, não afetam a eficãcia do método.
Também o estudo salienta que a maioria dos dias em que acontece sangramento ocorrem no període em que a mulher está sem anel, fazendo com que o uso simultâneo do anel com o absorbente seja muito pouco freqüente. Obviamente, a mulher deve tomar cuidado de não remover a anel ao remover a tampão. |
Verhoeven C, Dieben T. Contraception 69 (2004) 197-199 |
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DIU com levonorgestrel: eficácia e risco de gravidez ectópica
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| 2/3/2004 |
| Um estudo retrospectivo em 17.360 usuárias do Sistema intrauterino com levonorgestrel, do hospital universitário de Turku, Finlândia mostrou que 132 mulheres ficaram grávidas, 64 das quais quando estavam com o DIU in situ.
O índice de Pearl calculado foi de 0,11 é a taxa acumulada de gravidez a cinco anos foi de 0,5 por cem mulheres e 33 gravidezes foram ectópicas (53% do total de gravidezes).
O estudo confirma que a eficácia do SIU de levonorgestrel é muito alta, mas salienta a importância da orientação antes da inserção, no sentido que sempre há risco de gravidez, embora muito baixo, e que uma proporção importante das gravidezes será ectópica |
Backman T, Rauramo I, Huhtala S, Koskenvuo M.
Am J Obstet Gynecol. 2004 Jan;190(1):50-4. |
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A pílula não aumenta nem diminui a freqüência de TPM
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| 26/1/2004 |
| Um estudo recente nos EUA mostra que a pílula aumentou a TPM em 16,3% e diminui em 12,3%, de 658 mulheres estudadas e essa diferença não é significativa. O único fator preditivo de TPM em usuárias de pílula é a presença de episódios prévios de depressão. Pelo contrário, mulheres com TPM prévia e com dismenorréia tendem a apresentar menor freqüência de TPM e a diferença é significativa.
Ou seja que, as mulheres com tendência à depressão têm mais chances de ter TPM se usam pílula mas as que têm TPM prévia ou dismenorréia têm maiores possibilidades de melhorar. |
American Journal of Obstetrics and Gynecology. 189, Issue 6 December 2003:1523-30
American Journal of Obstetrics and Gynecology. 189, Issue 6 December 2003:1523-30 |
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VASECTOMIA: novo estudo confirma que o espermograma é de fundamental importância para o controle pós-vasectomia.
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| 9/9/2003 |
| Um estudo recentemente publicado no Journal of Urology, mostra que o tempo e o número de ejaculações pós-vasectomia, antes que a vasectomia seja efetiva, parecem ser maiores que o aceito atualmente.
O estudo controlou 217 homens vasectomizados pela técnica sem bisturí até 24 semanas depois da operação ou até que o espermograma demonstrasse que não havia espermatozóides no ejaculado. Depois de 20 ejaculações, só 28% dos homens estavam azoospérmicos e 60% depois de 12 semanas da operação.
Trinta e seis homens (16,6%), não estavam ainda azoospérmicos 24 semanas após a cirurgia.
Os resultados confirmam que antes de autorizar relações sem proteção adicional é necessário ter um resultado de espermograma que demonstre a azoospermia. Nem o número de ejaculações nem o tempo após a cirurgia parecem ser indicadores confiáveis. |
Barone MA, Nazerali H, Cortes M, Chen-Mok M, Pollack AE, Sokal D.
A prospective study of time and number of ejaculations to azoospermia after vasectomy by ligation and excision.
J Urol. 2003 Sep;170(3):892-6. |
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