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O.M.S. publica novas orientações para o tratamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ITS)

A Organização Mundial da Saúde publica novo documento com atualizações sobre o tratamento das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Entre as atualizações, está a recomendação quanto a adequação da terminologia "DST" (Doenças Sexualmente Transmissiveis) para "IST" (Infecções Sexualmente Transmissíveis).

Para acessar o documento, basta clicar aqui.


Organização Mundial da Saúde - O.M.S.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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3° Edição dos Critérios Médicos de Elegibilidade de 2004

Já está disponivel, em sua versão integral, a mais nova e atualizada edição dos CRITÉRIOS MÉDICOS DE ELIGIBILIDADE PARA USO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS.

Esta versão foi traduzida para o português pelo Population Council (Escritório do Brasil), graças ao apoio financeiro do Programa de Parceria Estratégica OMS/FNUAP e está sendo lançada com exclusividade no website do Projeto Reprolatina.

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Para conhecer esta e as demais publicações de referência do Projeto Reprolatina, clique aqui.


Projeto Reprolatina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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As pílulas com 20mcg de estrógeno são melhores do que as que contêm 30 ou 35 mcg?

A preocupação com os efeitos secundários dos estrógenos tem levado a progressivas reduções do conteúdo deste componente das pílulas combinadas. A pergunta que interessa agora, que uma recente meta-análise tenta responder, é se as pílulas com 20 mcg de estrogênio ou menos apresentam benefícios clínicos sobre as de 20 mcg ou mais. O estudo analisou 18 estudos e concluiu que: • Não há dados para definir se há diferenças na eficácia entre as pílulas com 20 mcg ou menos de estrógeno e as que contêm 30 ou 35 mcg. • Muitos dos novos compostos combinados com 20 mcg ou menos de estrógeno têm mostrado taxas mais altas de descontinuação por alterações menstruais , mas os estudos têm sido feitos com pílulas contendo também diferentes progestógenos. A conclusão do estudo é que não há evidência para recomendar os AOC com 20 mcg ou menos de estrógeno e que as razões para recomendar estes compostos de menor dosagem baseiam-se em considerações teóricas não confirmadas clinicamente.


Maria F. Gallo, Kavita Nanda, David A. Grimes, Kenneth F. Schulz. Twenty micrograms vs. >20 ìg estrogen oral contraceptives for contraception: systematic review of randomized controlled trials. Contraception. Volume 71, Issue 3, Pages 162-169 (March 2005)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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As usuárias de anel vaginal podem usar absorbentes internos

Um estudo recentemente publicado mostra que as usuárias do anel vaginal (NuvaRing) podem usar absorbentes internos, porque estos não afetam a taxa de absorção dos hormônios e, conseqüentemente, não afetam a eficãcia do método. Também o estudo salienta que a maioria dos dias em que acontece sangramento ocorrem no període em que a mulher está sem anel, fazendo com que o uso simultâneo do anel com o absorbente seja muito pouco freqüente. Obviamente, a mulher deve tomar cuidado de não remover a anel ao remover a tampão.


Verhoeven C, Dieben T. Contraception 69 (2004) 197-199

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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DIU com levonorgestrel: eficácia e risco de gravidez ectópica

Um estudo retrospectivo em 17.360 usuárias do Sistema intrauterino com levonorgestrel, do hospital universitário de Turku, Finlândia mostrou que 132 mulheres ficaram grávidas, 64 das quais quando estavam com o DIU in situ. O índice de Pearl calculado foi de 0,11 é a taxa acumulada de gravidez a cinco anos foi de 0,5 por cem mulheres e 33 gravidezes foram ectópicas (53% do total de gravidezes).   O estudo confirma que a eficácia do SIU de levonorgestrel é muito alta, mas salienta a importância da orientação antes da inserção, no sentido que sempre há risco de gravidez, embora muito baixo, e que uma proporção importante das gravidezes será ectópica


Backman T, Rauramo I, Huhtala S, Koskenvuo M. Am J Obstet Gynecol. 2004 Jan;190(1):50-4.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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A pílula não aumenta nem diminui a freqüência de TPM

Um estudo recente nos EUA mostra que a pílula aumentou a TPM em 16,3% e diminui em 12,3%, de 658 mulheres estudadas e essa diferença não é significativa. O único fator preditivo de TPM em usuárias de pílula é a presença de episódios prévios de depressão. Pelo contrário, mulheres com TPM prévia e com dismenorréia tendem a apresentar menor freqüência de TPM e a diferença é significativa. Ou seja que, as mulheres com tendência à depressão têm mais chances de ter TPM se usam pílula mas as que têm TPM prévia ou dismenorréia têm maiores possibilidades de melhorar.


American Journal of Obstetrics and Gynecology. 189, Issue 6 December 2003:1523-30 American Journal of Obstetrics and Gynecology. 189, Issue 6 December 2003:1523-30

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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VASECTOMIA: novo estudo confirma que o espermograma é de fundamental importância para o controle pós-vasectomia.

Um estudo recentemente publicado no Journal of Urology, mostra que o tempo e o número de ejaculações pós-vasectomia, antes que a vasectomia seja efetiva, parecem ser maiores que o aceito atualmente. O estudo controlou 217 homens vasectomizados pela técnica sem bisturí até 24 semanas depois da operação ou até que o espermograma demonstrasse que não havia espermatozóides no ejaculado. Depois de 20 ejaculações, só 28% dos homens estavam azoospérmicos e 60% depois de 12 semanas da operação. Trinta e seis homens (16,6%), não estavam ainda azoospérmicos 24 semanas após a cirurgia. Os resultados confirmam que antes de autorizar relações sem proteção adicional é necessário ter um resultado de espermograma que demonstre a azoospermia. Nem o número de ejaculações nem o tempo após a cirurgia parecem ser indicadores confiáveis.


Barone MA, Nazerali H, Cortes M, Chen-Mok M, Pollack AE, Sokal D. A prospective study of time and number of ejaculations to azoospermia after vasectomy by ligation and excision. J Urol. 2003 Sep;170(3):892-6.